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O destino do homem na terra é viver, crescer, sonhar e, vida significa labor, esforço, luta, dor, prazer e tudo o que a própria existência determina.
Mas, uma das coisas que desde a infância nos intranquiliza e nos acompanha no decorrer de toda a vida é o arraigado sentimento de insegurança, intimamente ligado aos instintos de conservação e tranqüilidade, ao temor inato, em cada um de nós. Daí a constante busca de garantia de defesa contra aquilo em que acreditamos ser ameaça, perigo ou risco de perda.
Para Martins (2000), “o interesse e a necessidade constituem o princípio de toda sociabilidade. Deve, pois o homem evoluir encontrando a forma segura de sua própria segurança, cercando seus bens materiais e interesses”.
O seguro existe há milhares de anos. Uma espécie de seguro de crédito foi incluído no Código de Hammurabi, uma coleção de Leis Babilônicas, que é mais antiga que a Lei Mosaica.
Galiza (1997) considerou três fases na evolução do mercado segurador brasileiro. Citando Patri (1993), ele conta que a primeira fase começou com a vinda de Dom João VI ao Brasil e o Império, indo até a fundação do IRB (Instituto de Resseguros do Brasil) em 1939. Essa primeira fase de mais de 100 anos caracteriza-se pela inexpressividade das seguradoras nacionais no mercado.
A criação do IRB teria dado início à segunda fase do mercado segurador e o seu surgimento foi uma medida de incentivo à formação de um novo mercado tanto em técnicas como empresarialmente.
A terceira fase, que começou na década de 70, estaria caracterizada pela ampliação do portfólio de seguros oferecidos e pelo aumento da concentração empresarial na atividade seguradora. O Governo, através de legislação específica, criou mecanismos de incentivo à fusão de empresas.
O reconhecimento e a regulamentação do profissional Corretor de Seguros no Brasil aconteceu em 1964. O Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio emitiu o documento que validou a existência do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo. Com relação ao processo de regulamentação profissional, uma aspiração antiga e alvo de muitas iniciativas, ocorreram com a sanção da Lei 4594, em 29 de dezembro de 1964, que regulamentou a profissão, impossibilitando o acesso de pessoas sem a qualificação exigida para exercer o cargo e operar no trabalho de intermediação de seguros no mercado brasileiro. O setor deu aí um grande passo para a venda técnica e o aumento do grau de responsabilidade em relação aos contratos entre os segurados e as companhias seguradoras.
Lei nº 4594 – Art. 1º - O Corretor de Seguros, pessoa física ou jurídica é o intermediário legalmente autorizado a angariar e promover contratos de seguros entre as seguradoras e as pessoas físicas ou jurídicas de Direito Público ou Privado.
Mendonça (2004) “de dez anos para cá, o Corretor de Seguros se consolidou como o principal canal de distribuição de seguros no Brasil. É um dado importante porque espelha o resultado de uma longa luta, de mais de dez anos, principalmente contra as agências bancárias”.
Atualmente, inclusive os grandes conglomerados financeiros têm os corretores como principais parceiros, especialmente para a venda dos seguros mais complexos.
Os corretores de seguros, por capacidade profissional, ganharam destaque. Como conhecem bem os produtos com que trabalham, eles dão um atendimento melhor para os segurados. Assessorado por um corretor competente, o cidadão que pretende proteger seu patrimônio ou sua capacidade de atuação tem chances concretas de comprar melhor um produto, mas se for comprado errado, não vai atender sua finalidade, deixando de desempenhar o forte papel social que lhe cabe.
Entre os três grandes canais de venda, - o corretor, o agente e o sistema financeiro -, em qualquer lugar, o corretor é o mais capacitado para atender bem o segurado. O corretor é, por definição e por lei, o representante do segurado junto à seguradora. Portanto, cabe a ele cuidar dessa relação, agindo não apenas como vendedor, mas principalmente como consultor na indicação da melhor apólice, defensor do segurado na ocorrência do sinistro e como um agente do bem estar social.
Para a estrondosa cifra de mais de 8.000.000 de sinistros em 2004, as seguradoras pagaram R$ 19.399.162.000,00 em indenizações segundo a Fenaseg (Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização), sendo que 70% destas indenizações ocorreram através dos 70.000 corretores de seguros.
Consultar um corretor de seguros é consultar um amigo!
Dia 12 de Outubro – Dia do Corretor de Seguros – Imprescindível.
Jobel Cândido Venceslau Junior
Corretor de Seguros
SUSEP 10.045768-0
Delegado do Sindicato dos Corretores de Seguros de Assis e Região
Assis, 22 de Fevereiro de 2006.
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